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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Corrente pelo Bem - Ajuda humanitária aos moradores do Lixão de Gramacho - Rio de janeiro



Amigos, eu e meus queridos Roberta Diuana e Jorge Batista estamos engajados neste projeto da Corrente Pelo Bem. Mais uma ação será feita no lixão de Gramacho dia 12 de julho. Quem quiser, é uma oportunidade para contribuir com doações para as famílias que vivem na miséria.
Precisamos de: alimentos não perecíveis, água mineral, roupas (em especial para crianças), itens de higiene, roupas de cama, cadernos e livros infantis, brinquedos e tudo mais que seu coração desejar. Recolhemos sua doação. Desde já, muito gratos


TEXTO RETIRADO DA REDE  SOCIAL FACEBOOK.
QUEM DESEJAR AJUDAR ENTREM EM CONTATO COM A ROBERTA.
Gratos aos amigos da editora

Publicações Junho -


 A História de Xapuri no Acre como nunca foi escrita.
Autor: Carlos Estevão Ferreira Castelo



Dilemas, Reticências : Poemas
Autora: Claudia Kalafatás
Dadão e a Mulinha Lubrina
Autora: Marlucia Loureiro de Melo

Tecnologia de Alimentos -

Livro com técnicas de processamento, conservação,higienização, de diversos alimentos.

Organizadoras: Meg  da Silva Fernandes
 e
Rita de Kássia de Almeida Garcia.



segunda-feira, 8 de junho de 2015

Resultado do 1º Concurso Literário AMCGuedes de Poesias e Contos

Informamos a todos os participantes e ao público em geral que, conforme estipulado no regulamento do presente concurso, publicamos os resultados dos mesmos, conforme listagem abaixo. Informamos, ainda, que os textos enviados apresentaram, segundo as Comissões Julgadoras, qualidade literária de alto nível. Parabenizamos a todos os participantes por esta jornada que ora se encerra e que dá ensejo ao início de mais uma etapa, qual seja, a publicação dos textos premiados. Publicamos (abaixo) a capa do livro que tem como título provisório: INTERTEXTOS.
Grata a todos, Lúcia Lopes (Coordenadora)


POESIAS



Bruna Salgado Baldez – Percurso de um vocábulo
Carolina Batista Cunha Beloto Martins – Márvio
Claudio Rogério Trindade – Ao som das ideias
Diogo Rossi Ambiel Facini – O começo
Elaine Milena Ramos – A dor que ainda dói
Fernando Catelan – Percalço
Geraldo Giovani Lourenço Junior – Verbos da VIDA
Joice Sales Maciel – Sagrado
Lucho Gonzalez – Asa Partida
Moisés Carlos de Amorim (Carlos Amorim) – Uma pátria
Paulo Luiz Vieira de Freitas (Amadis de Gaula) – Vida
Willyane Mara Costa de Paula – (in) Renovação


CONTOS

Aida Soares Bastos Piccinin – O velho e o cão
Aline Faiwichow Estefam – Rascunhos sobre o papel
Ana Carolina Rezende Leão – Um trânsito outro – a viajante
Benjamin Eurico Malucelli – Uma noite num bordel decrépito próximo ao porto
Glauber Marciano da Silva – Ele nunca será
Guilherme Minassa – Os Pitbulls
Itajari Azevedo da Rosa – Intenções e ilusões
José Carlos Ferreira Pinto – A estreia
Maria Luiza Vargas Ramos – Decifra-me!
Rafael Bonaldi – Nada nesta mão...
Rafael Dias Canhestro – Cadáver
Rodrigo Cerveira Cittadino – E saltou para o azul

terça-feira, 21 de abril de 2015

Lançamentos Editora AMC Guedes no mês de Abril








Autores:
Marco Aurelio Cruz Souza - Olhares Sobre a  Dança na Contemporaneidade
Aparecido Raimundo de Souza: Babilônia
Construindo o Saber: Jucimar André Secchin
Os Índios do Brasil: Luiz Guilherme Marques
06 Irmãos e a Fazenda  Ribeirão Bonito: Victor Grein Neto
Os Índios: Luiz Guilherme Marques

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Catulo da Paixão Cearense - TERRA CAIDA

Ao insígne Mário-José de Almeida

 (1ª. Parte)

FAZ hoje sete janêro,
que eu dêxei o Ciará,
e rumei lá pró Amazona,
a terra dos siringá.

N’aquelas mata bravia,
lá, nos centro arritirado,
as arve tem munto leite,
mas nós já tâmo cansado!

O inverno, n’aquele inferno,
é uma grande infernação!
No inverno não se trabaia,
que é o tempo da alagação.

Isperei. Veio o verão.

É mais mió não falá!...
Tu qué sabe, meu amigo,
o que é os siringá?!

É trabaiá... Trabaiá!
É um hôme se individá!
É vive n’uma barraca,
n’um miserave casebre
e sé ferrado da febre,
que anda danada prú lá!

É trabaiá, trabaiá,
dendê que rompe a minhã,
prá de dia sé chupado
pulo piúm, que é marvado,
e de noite sé sangrado
pulo tá carapanã!!

É um hôme dá todo o sangue
pró mardito do piúm,
e vortá mais disgraçado,
cumo eu — o Chico Mindélo,
duente, feio e amarelo,
cumo a frô do girimúm.

Ansim, lá dos siringá,
no fim de três, de três ano,
sem um vintém ajuntá,
ia vortá prá Manáu,
tândo fixe na tenção
de Manáu vim pró sertão
do meu quirido Ciará.

Apois!... siguindo os consêio
que me dava o coração,

arrêzôrvi não vortá!